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Epahei Oyá!

Oyá, Iansã é a Orixá dos ventos e dos raios, a Deusa que comanda as tempestades e também o espírito dos mortos,  os quais controla com um rabo de cavalo chamado Eruexim –  Este rabo de cavalo é usado por Iansã para afastar as almas dos eguns. Presente dado a ela pelo Orixá Oxóssi. Um dos símbolos de Iansã.

Iansã costuma ser saudada após os trovões, não pelo raio em si (propriedade de Xangô ao qual ela costuma ter acesso), mas principalmente porque Iansã é uma das mais apaixonadas amantes de Xangô, e o senhor da justiça não atingiria quem se lembrasse do nome da amada.

 Iansã em Yorubá quer dizer: A mãe do céu rosado

PONTO CANTADO: "Ela é Oyá" por Pontos de Umbanda


O maior e mais importante rio da Nigéria chama-se rio Níger, é imponente e atravessa todo o país. Rasgado, espalha-se pelas principais cidades através de seus afluentes, por esse motivo tornou-se conhecido com o nome de Odò Oya, já que ya, em Yorubá, significa rasgar, espalhar. Esse rio é a morada da mulher mais poderosa da África negra, Iansã - Yánsàn

Embora seja saudada como a Deusa do rio Níger, está relacionada com o elemento fogo. Na realidade, indica a união de elementos contraditórios, pois nasce da água e do fogo, da tempestade, de um raio que corta o céu no meio de uma chuva. A tempestade é o poder manifesto de Iansã, rainha dos raios, das ventanias, do tempo que se fecha.

Iansã é uma guerreira por vocação, sabe ir à luta e defender o que é seu, a batalha do dia-a-dia é a sua felicidade. Ela sabe conquistar, seja no fervor das guerras, seja na arte do amor. Mostra o seu amor e a sua alegria contagiantes na mesma proporção que exterioriza a sua raiva e o seu ódio. Dessa forma, passou a identificar-se muito mais com todas as actividades relacionadas com o homem, que são desenvolvidas fora do lar; portanto não aprecia os afazeres domésticos, rejeitando o papel feminino tradicional. 

Iansã é a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento.

O nome Oyá significa "raio", mas "Iansã" é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã pode ser traduzido como a mãe do céu rosado ou a mãe do entardecer.

SINCRETISMO RELIGIOSO: Santa Bárbara


Santa Bárbara nasceu na Turquia, às margens do Mar de Mármara. Bárbara viveu no final do Século III. Foi uma bela jovem, filha única de Dióscoro, um rico e nobre morador de Nicomédia.

Dióscoro não queria deixar sua filha única viver no meio da sociedade corrupta daquele tempo. Por isso, decidiu fechá-la numa torre. Lá, ela era ensinada por tutores da confiança de seu pai. Porém, aquilo que parecia um castigo, começou a abrir a mente de Bárbara. Do alto da torre ela contemplou a natureza e isso fez Bárbara questionar se aquilo era realmente criação dos "Deuses", como seus tutores e seu povo acreditavam, ou se havia algo muito mais inteligente e poderoso por trás da criação

Quando atingiu a idade para o casamento, por volta de 17 anos, seu pai a trouxe para casa e permitia que ela recebesse a visita de pretendentes, mas não permitia que ela visitasse a cidade. Bárbara era uma jovem muito bela e de família rica. Por isso, muitos eram os pretendentes que queriam se casar com ela. Mas Bárbara não aceitava nenhum. Dióscoro pensava que as “desfeitas” da filha diante dos pretendentes se davam por causa do tempo que ela passou na torre. Então, ele decidiu permitir que Bárbara conhecesse a cidade.

Santa Bárbara, então, começou a frequentar a cidade. Nessas visitas, acabou conhecendo os cristãos de Nicomédia. Estes passaram para Bárbara a mensagem de Jesus Cristo. A novidade cristã tocou profundamente o coração de Bárbara, se convertendo ao cristianismo de todo o coração.

Ao perceber que a filha estava irredutível em sua fé cristã, Dióscoro, num impulso de ira, denunciou a filha ao prefeito da cidade. Este ordenou que Bárbara fosse torturada em praça pública, para tentar fazer com que a jovem renegasse a fé cristã. Porém, para surpresa de todos, Santa Bárbara não renegou sua fé, mesmo diante dos mais atrozes sofrimentos. Bárbara foi levada amarrada pelas ruas de Nicomédia, sob os gritos furiosos de muita gente, tendo inclusive os seios cortados. Depois, foi conduzida para fora da cidade. Lá, seu próprio pai a degolou.

Quando Dióscoro degolou a filha e a cabeça de Santa Bárbara rolou pelo chão, um raio riscou o céu e um enorme trovão foi ouvido pelo povo. E, para o assombro de todos, o corpo de Dióscoro caiu no chão sem vida, atingido pelo raio. Depois deste fato, Santa Bárbara ganhou o status de "protetora contra relâmpagos e tempestades", além de ser nomeada Padroeira dos artilheiros, dos mineradores e das pessoas que trabalham com fogo.

CARACTERÍSTICAS DE SEUS FILHOS:

filho de Iansã é conhecidos por seu temperamento explosivo. Está sempre chamando a atenção por ser inquieto e extrovertido. Sempre a sua palavra é que vale e gosta de impor aos outros a sua vontade. Não admite ser contrariado, pouco importando se tem ou não razão, pois não gosta de dialogar.
Em estado normal é muito alegre e decidido. Questionado torna-se violento, partindo para a agressão, com berros, gritos e choro. Tem um prazer enorme em contrariar todo tipo de preconceito. Passa por cima de tudo que está fazendo na vida, quando fica tentado por uma aventura.
Em seus gestos demonstra o momento que está passando, não conseguindo disfarçar a alegria ou a tristeza. Não tem medo de nada. Enfrenta qualquer situação de peito aberto. É leal e objetivo. Sua grande qualidade, a garra, e seu grande defeito, a impensada franqueza, o que lhe prejudica o convívio social.
Iansã é a mulher guerreira que, em vez de ficar no lar, vai à guerra. São assim os filhos de Iansã, que preferem as batalhas grandes e dramáticas ao cotidiano repetitivo. Costumam ver guerra em tudo, sendo portanto competitivos, agressivos e dados a ataques de cólera. Ao contrário, porém, da busca de certa estratégia militar, que faz parte da maneira de ser dos filhos de Ogum, os filhos de Iansã costumam ser mais individualistas, achando que com a coragem e a disposição para a batalha, vencerão todos os problemas.
HISTÓRIA DE IANSÃ:
Iansã tinha um pai adotivo e vivia com ele na mata. Ele era o maior de todos os caçadores. Um dia, morreu e deixou Oyá muito triste.

Ela então decidiu que queria fazer uma homenagem para o pai. Embrulhou seus pertences de caça num pano, preparou suas iguarias favoritas. E dançou e cantou por sete dias, espalhando seu vento por toda parte e fazendo vir todos os caçadores da terra.

Na sétima noite, embrenhou-se na mata e depositou ao pé de uma árvore sagrada os pertences de seu pai. Olorum, que sempre vê tudo, ficou comovido, fez da jovem Iansã guia dos mortos no caminho sagrado, Orum Aiê. E do gesto de Oiá, o ritual ao qual todos os mortos têm direito: comidas, cantos, danças e um espaço sagrado.

 Linha e Irradiação: Linha das Iabás

 Fio de Contas (Guias): Marrom, Vermelho, Amarelo

 Cor: Amarelo ouro, Vermelho

 Bebida: Champanhe

 Comidas: Acarajé...

 Ervas: Cana do Brejo, Erva Prata, Espada de Iansã, Folha de Louro, Erva de Santa Bárbara, Folha de Fogo...

 Flores: Flores Amarelas, Vermelhas ou Corais

 Pontos da Natureza: Ventania, Raios, Tempestades, Morte

 Pedras: Rubi, Granada

 Dia da Semana: Quarta Feira ou Sábado (dia das Iabás)

 Saudação: Epahei Oyá! (que significa Salve a Mãe dos Raios!)


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